The M+G+R Foundation

O único fundamento válido da Fé é Deus

Ele é a Verdade…

A única verdade que nos tornará realmente livres!

por  Miguel de Portugal e pela Graça de Deus.

 

 

SUMÁRIO


Existe um denominador comum, poderoso e inegável, entre os ensinamentos originais do Islão, do Cristianismo e do Judaísmo. Negar este denominador comum, levará ao afastamento dos ensinamentos do Antigo Testamento, do Novo Testamento e do AlCorão. O reconhecimento e aceitação deste denominador comum, poderia ser a base de uma coexistência harmoniosa entre os filhos de Deus, na qual os líderes religiosos deveriam estar realmente interessados.

 

PREFÁCIO

 

A audaz e inequívoca afirmação naquilo em que eu acredito não constitui, em caso algum, um juízo contra aqueles que crêem de forma diferente. No passado, eu próprio não acreditava nestas verdades. Foi através da amorosa paciência de Deus que  cheguei à Sua  Luz, sem nunca esquecer a minha proveniência e sem jamais me esquecer daqueles com quem compartilhei outras convicções.

Não obstante, respeito os hipócritas que utilizam o Nome de Deus  para promover os seus próprios interesses, enquanto calcam a incipiente fé daqueles que, no passado, compartilhavam comigo a obscuridade, digo : “ Humildemente rogo que Deus os repreenda”.

 

INTRODUÇÃO

Antes de embarcarmos neste controverso documento e para contradizer desde o princípio, qualquer acusação de que o autor seja anti-católico, é importante deixar bem clara a posição que   miguel de Portugal e The M+G+R Foundation, sustêm acerca da Fé Católica.

            A respeito da Santa Fé Católica, acreditamos que:

A Fé Católica é a Fé que possui a maior concentração de Verdades Divinamente reveladas. De modo nenhum as tem todas, já que Deus é a única Plenitude de Verdade. Todavia, nenhuma outra Igreja tem tantas Verdades no seu Tesouro Espiritual como a Fé Católica.

As verdades melhor mantidas e representadas pela Fé Católica, incluem a realidade dos Sete Sacramentos; a prática das Indulgências; a realidade do Purgatório; a verdade sobre a Imaculada Concepção e Assunção de Maria, a Mãe de Jesus Cristo, Verdadeiro Deus e Verdadeiro Homem; a Sede do Sucessor de Pedro; o Sacerdócio exclusivamente masculino; a postura anti-aborto em quaisquer circunstâncias; a indissolubilidade do Casamento Sacramentalmente Válido, etc..

 

ANTECEDENTES

Quase todo o mundo tem  "uma fé de algum tipo"  com que norteia a sua vida. Inclusivamente os ateus militantes têm “ uma fé de algum tipo “ com a sua activa e constante  negação de um Deus. Na realidade,  estão a reconhecê-lo (portanto, realmente acreditam em Deus). Simplesmente, repelem-no ou, na maioria dos casos, repelem os que se proclamam representantes de Deus. E os agnósticos? Eles também têm “ uma fé de algum tipo”. Todavia recolhem informação antes de formar uma opinião sobre Deus. Se não tivessem “ uma fé de algum tipo”, porquê preocuparem-se em obter informação acerca de algo que para eles na realidade não existe? 

Porém, a “fé de algum tipo” dos ateus militantes e dos agnósticos, não é o assunto que vamos abordar agora. O assunto que queremos tratar é sobre a fé que muitos professam ter.

Mas porquê? Pode o leitor perguntar.

Porque a maioria dos que proclamam ter fé, muito provavelmente têm Fé em tudo o relacionado com Deus, mas não em Deus Mesmo! ( Para concretizar esta afirmação, temos os contínuos banhos de sangue em “ Nome de Deus “ e pela “ Glória de Deus “ que a humanidade tem vivido nos últimos 6000 anos).

Por exemplo, em termos gerais:

 A – Muitos dos Judeus vivem reivindicando a sua condição de “ Povo Eleito “ de acordo com a sua Antiga Aliança com Deus ( sem importar que eles não cumpram “ a sua parte “ da Aliança ). Simplesmente actuam como se os ensinamentos que Deus lhes deu tivessem sido para outros. Uma Aliança no Céu, igual que na Terra, exige um compromisso e cumprimento mútuos. Uma Aliança não é "uma rua de um só sentido".

Se não bastasse…

Muitos dos Judeus baseiam a sua fé no pensamento ( que crêem certo ) de que Jesus era apenas um carpinteiro do Médio Oriente, com o dom da palavra e não o Filho de Deus e ainda esperan o Messias. 

B – Muitos dos Católicos Romanos (Igreja Ocidental), acreditam na Igreja, nos seus ensinamentos e nas suas tramóias, sem se importarem se muitos desses ensinamentos e tramóias  contrariam as mesmíssimas Santas Escrituras que são lidas e "faladas" desde o púlpito na Missa de cada  Domingo.

Igualmente como os nossos irmãos do Judaísmo, eles acreditam e pregam as Sagradas Escrituras selectivamente, para as ajustar e agradar aos muitos desejos mundanos e necessidades dos “ fiéis “. Isto é algo do que nos advertiu Paulo em 1 Tes. 2:4-6.

C – Muitos dos Cristãos Ortodoxos ( Igreja Oriental ) crêem que a Igreja Ocidental (Roma) é a causa de toda a calamidade que tem castigado o mundo desde que separaram deles no ano de 1054 D.C. , e crêem que conservando todo o   detalhe de rituais antigos, estarão protegidos dos erros que minam a Igreja Romana.

D – Muitos dos Protestantes acreditam que os Católicos ( Ocidentais e Orientais ) estão equivocados e que as Igrejas Protestantes têm realmente a resposta. Seguem uma vida dissonante com as Sagradas Escrituras ( o mesmo que fazem Católicos e Judeus ), até são capazes de citar a Bíblia de cor. Selectivamente, naturalmente!

E – Por último, e não por ser menos importante, estão muitos dos nossos irmãos do Islão. Eles acreditam que o AlCorão veio directamente de Deus através do Profeta Maomé. Todavia, muitos deles praticam a sua fé, fazendo do AlCorão e do Profeta Maomé os objectos da sua Fé e não a Deus. Os acontecimentos demonstraram com o decorrer dos séculos, que qualquer um tem mais oportunidades de sobreviver criticando Deus, que criticando o AlCorão e/ou o Profeta Maomé.

Esta espinhosa questão - dissonância e duplicidade, quer dizer, completa falta de coerência - é o que vamos abordar neste Documento. Não é com a intenção de desvirtuar nenhuma das Fés (as quais) respeitamos sinceramente de palavra e de obra.  A nossa intenção, é ser como um espelho e ajudar os nossos irmãos e irmãs a ver que, em muitos casos, se estão a enganar a si próprios e, certamente, não a Deus.


DETALHES

Para ilustrar a nossa questão, exporemos a lógica doentia que nos últimos catorze séculos conduziu à moda de “ matar em Nome de Deus “ e  “ em Nome de Cristo”.

Com este propósito, estudaremos a interacção entre os arqui-inimigos - inimizados pelo homem, não por Deus - definida e quantificada pela quantidade de sangue derramado: Cristão e Muçulmano.

Baseando-se na brutalidade demonstrada, fazia os denominados “infiéis” pelos denominados “cristãos”, alguém ignorante na Fé pensaria que o Sagrado AlCorão é um livro perverso e que aos filhos do Islão se lhes ensina a ser anti-cristãos ou vice-versa.

Para dissipar tal erro, vamos directamente ao muito Venerado AlCorão e vejamos o que diz sobre Jesus Cristo:

Nota – No Sagrado AlCorão, uma “Sura” é o equivalente a “Capítulo” nas Sagradas Escrituras Judaico-Cristãs. Simplificaremos usando, por exemplo, S.III.45 para referirmos a Sura III, Versículo 45 [1].

Revelação a Maria

O Arcanjo Gabriel anuncia em S.III.45

            "Ó Maria! Deus te anuncia Um Verbo,  emanado d’Ele, cujo nome é o  Messias, Jesus…"

e  em S.III.48           

            "Deus Lhe ensinará o Livro e a Sabedoria, a Tora e o Evangelho".

Agora, analisemos isto de perto: O Profeta Maomé dá conta de que Deus disse o que acima citámos. O Profeta  não disse que foi a ele que foi ensinado “ o Livro e a Sabedoria, a Tora e o Evangelho “. Disse que foi a Jesus.

Como leimos em S.III.45

            "Deus te anuncia Um Verbo, emanado d’Ele, cujo nome é o Messias, Jesus".

Se isto não é uma declaração através do Profeta Maomé de que Jesus Cristo é a "Palavra Feita Carne", não sabemos de que outra maneira poderia ficar mais claro.

Demos mérito, os Cristãos, ao Profeta Maomé, porque ele está reconhecendo aqui muito mais daquilo em que a maioria dos Cristão acredita, se medirmos a sua fé pela importância que dão à realidade de que "… em Jesus reside a Sabedoria, a Tora e o Evangelho".


Detalhando as Missão de Jesus:

Maomé referiu ainda em S.III.49-50 que Deus disse:

 “E (Jesus) fui enviado aos filhos de Israel dizendo: [ no parágrafo seguinte, segundo Maomé, é Jesus quem fala]:

“ Vim a vós, com um sinal procedente do vosso Senhor: para vós eu criarei, de barro, qualquer coisa de semelhante na forma aos pássaros; soprarei e isso transformar-se-á em pássaros com a permissão de Deus; curarei o cego de nascença e o leproso, ressuscitarei os mortos, com a permissão de Deus. Anunciar-vos-ei o que comeis e o que entesourais em vossas casas. Realmente, há nisso um sinal para vós, se sois crentes. Fui-vos enviado para corroborar o que me procedeu: a Tora, e para vos permitir parte do que se vos proibiu. Vim até vós como uma prova proveniente do vosso Senhor. Temei a Deus e obedecei-me”.

Nos Santos Evangelhos, Jesus nunca se atribuiu ter feito algo por Si Mesmo. Sempre invocou a “Permissão de Deus”, Seu Pai, Seu Deus e nosso Deus ( parafraseando as suas próprias palavras). [João 17:1-4]

Inclusivamente, para um observador casual, mas objectivo, parece que o Profeta Maomé era um firme partidário e promotor de Jesus Cristo e da Sua Missão. Esta é a razão porque os Cristãos e Judeus indisciplinados se  tornaram em inimigos do Islão. Esta inimizade deu lugar a guerras e perseguições mútuas.
     
Meditando o anterior… 

Recordemos aos Cristãos que Jesus teve vários problemas com os Doutores do Templo [ o equivalente ao Vaticano actual ]. Ele foi obediente a Deus, o Pai, e não à tradição. Maomé suplicou aos Cristãos do seu tempo, que fossem obedientes a Jesus Cristo e não voltassem às formas de adoração Pagãs.

Deveria, então, alguém esperar que os Cristãos daquele tempo fossem amáveis com quem lhes estava a chamar a atenção em nome de Deus, sobre os seus abusos e excessos?

E de novo, que deveríamos esperar?  Esses mesmos “Cristãos” queimaram Joana d’Arc, e logo a puseram no altar; também eles saquearam Constantinopla e massacraram os Cristãos da Igreja Oriental.

Quem pode então tomar como séria a pretensão, com a sua implicação de infalibilidade, de que o Espírito Santo é o Guia Infalível da Igreja?  Se bem que em principio é correcto, o problema é que tal Guia Infalível é ignorado pela maioria dos que puseram a Igreja Acima de Deus. 


A  Grandeza de Jesus Segundo o AlCorão

Em S.III.55, Deus Pai, de acordo com o AlCorão, disse:

“ Ó Jesus! Eu te chamarei e te elevarei para Mim; purificar-te-ei com respeito aos que não crêem e colocarei aqueles que te seguiram por cima daqueles que não crêem, até ao dia da Ressurreição”.

O Profeta Maomé não está dizendo que os seus próprios discípulos são “Superiores”. Está dizendo, em nome de Deus, que quem seguir Jesus será feito Superior. Dificilmente esta postura justifica os abusos dos Cristãos contra os Muçulmanos durante séculos ( abusos que agora estão a dar o horrível fruto do terrorismo).


Resumindo o que se afirmou sobre Jesus no AlCorão:


Em S.III.60, lemos: 

            “ A verdade provém do teu Senhor; não sejas, pois, um dos cepticos”.


A exactidão dos Textos Sagrados


Ponderemos a importância de um novo livro publicado no Outono de 2003, escrito por um alemão perito em linguística do Médio Oriente, sob o pseudónimo de Cristoph Luxemberg. O dito autor põe em dúvida a exactidão da tradução do AlCorão para o Árabe a partir do suposto idioma original similar ao Aramaico (é o texto Árabe que a ortodoxia Islâmica reivindica como a palavra original comunicada por Deus ao Profeta Maomé).
 

Antes que Cristãos e Judeus saíssem de suas casas com o seu “Aja”! Sabíamos que não era o texto original. Recordemos com humildade que as Sagradas Escrituras Judaico-Cristãs foram traduzidas 3000 vezes, e em demasiados casos alteradas somente para se adaptarem a planos eminentemente temporais.

Estatisticamente falando: uma ou duas traduções face a 3000 deixa o “documento traduzido uma ou duas vezes "tão original" quanto possível.


Aparentes Inconsistências manifestadas no AlCorão

Agora parece que a confusão deixou raízes no AlCorão, ou foi que Deus preferiu não revelar a Maomé a realidade da Santíssima Trindade? [3]

Para os que não estão familiarizados com o Islão: os Muçulmanos não acreditam na Santíssima Trindade. Contudo pode ler-se sobre ela no AlCorão.

Em S.IV.171 lemos:

"Adeptos do Livro! Não exagereis na vossa religião, nem digais sobre Deus mais do que a verdade. Realmente o Messias, Jesus, filho de Maria, é o enviado de Deus, o Seu Verbo, que nasceu de Maria e de um espírito proveniente d’Ele. Crede em Deus e nos seus Enviados. Não digais 'Três'".

Aqui temos: No mesmo parágrafo onde se nega a Santíssima Trindade, fala-se de Deus Pai, do Espírito Santo ( "um espírito que provém d’Ele") e de Jesus Cristo  ("o seu Verbo"). Realmente, a Santíssima Trindade está mais claramente ilustrada no AlCorão do que está no Novo Testamento. Estranho, verdade?

 Esta  dicotomia de palavra e entendimento, só é possível se Deus não quiser que os Filhos do Islão aceitem o conceito da Santíssima Trindade, por agora, e isso é prorrogativa de Deus. Esta óbvia inconsistência, como seria de esperar, não diminui a importância que o AlCorão atribuiu a Jesus e a Maria e à sua Missão, pois o AlCorão persiste no seu apoio e defesa.

Outro aparente problema  é só questão de terminologia e falta de informação.

Os Muçulmanos não acreditam que Jesus seja filho de Deus… e não o é, se definirmos “filho” ou “filha” como o fruto da união entre um homem e uma mulher da espécie humana.


No AlCorão [S.IV.171] também lemos:

            Realmente, Deus é um Deus Único. Louvado seja! Teria um filho quando tem o que está nos Céus e na Terra? “

Certamente: Deus é o Espírito Puro Não Criado de quem tudo nasce. Obviamente, Ele não foi “pai” de Jesus da forma que um homem é “pai” de seu filho. A encarnação de Jesus teve lugar como se descreve nas citações anteriores, que é o mesmo que encontramos em qualquer tradução do Novo Testamento, quer dizer:

            José, filho de David, não temas receber Maria como tua esposa, porque a sua Concepção é do Espírito Santo”. [Mateus 1:20]

e o anjo respondeu-lhe e disse:

O Espírito Santo virá sobre ti, e a Virtude do Altíssimo te cobrirá. Por isso, o Santo Ser que nascerá será chamado Filho de Deus. [Lucas 1:35]

Mas porque aparece um desafio tão sério no AlCorão, onde se exalta a Jesus e se  coloca Maria num pedestal, que nem sequer os Católicos foram capazes de igualar no Novo Testamento? Simplesmente, porque no tempo em que Deus confiou a Maomé para transmitir o Seu descontentamento com o mundo então conhecido, a Igreja Católica estava mergulhada no caminho da corrupção e auto complacência, e não ao serviço de Deus. [Mateus 6:24-34]

Que queremos dizer com isto neste particular?  Permitam-nos ilustrá-lo…


Exemplos concretos de tergiversação

Nas culturas mitológicas pagãs era costume acreditar que um “Deus”, que habitava no equivalente ao Céu, manteria relações sexuais com uma virgem humana, cujo fruto chegaria a ser um “Semi-Deus”, mas “Deus” ao fim e ao cabo. Esta crença mitológica inclusivamente filtrou-se no Antigo Testamento. [Génesis 6:1-4]

Desde então, a bem desenvolvida mentalidade auto-complacente da Administração da Igreja Católica, aproveitou essa  pré disposição psicológica das massas para promover facilmente a nova religião entre os pagãos. Permitiram a silenciosa dedução, por homologia, dessa falsa relação física entre o Céu e a Terra.

O que Deus quis deixar claro utilizando o Profeta Maomé, foi que Jesus Cristo não era o fruto da Sua união física com Maria, como subtilmente se estava deduzindo.

Pela mesma razão, os Católicos ( Orientais e Ocidentais ) fomentaram em grande medida o conceito de Maria como Mãe de Deus e posteriormente a nomearam A Rainha dos Céus [4]. Encaixava perfeitamente com o conceito pagão de uma Deusa Mãe Suprema. [Geremias 7:18] Deste  modo, o Cristianismo seria mais fácil de promover.

Que não haja dúvidas: Maria é a Mãe de Deus, tal como temos explicado teologicamente. Mas Maria  NÃO  É  o motivo principal, nem é  a Divindade Feminina (embora alguns tenham proclamado isso e muitos se comportem como se fosse correcto). O único Motivo Principal é o Criador não criado: o Pai.

Não obstante, pensaram que o conceito implícito era mais vantajoso para a implementação do poder temporal da Igreja.

Se quereis ter outro exemplo da paganização do Cristianismo, considerai o seguinte…

Os Querubins que não podemos deixar de ver no Catolicismo tradicional (pequenos meninos com asas), de onde vêm?  Não há nada Bíblico que indique que os Querubins sejam assim.

Esses pequenos querubins tão tradicionais,  são nem mais nem menos  a forma em que os pagãos representavam o seu deus do amor “Eros”.

Queremos fazer um parêntesis e…

Glorificar a Deus ainda mais…

Os homens da Igreja Católica procuraram “Evangelizar” o mundo, empregando técnicas de marketing, assim como poder financeiro e poder físico brutal. [Inclusivamente Maria teve de intervir no México como Nossa Senhora de Guadalupe, para subtil, mas efectivamente, corrigir tal comportamento]

Porquê? Pode perguntar o leitor.

Muito simples: a maioria deles não tem tido Fé alguma em Deus. Se a tivessem tinham actuado da mesma maneira como fez Jesus e, potenciados por essa Fé, a nova religião com as verdadeiras e maravilhosas Novas Notícias, ter-se-iam espalhado como o fogo. Tal como Dom Bosco demonstrou.

Desafortunadamente, parece que a única “Fé” que os líderes da Igreja estavam interessados em promover era: “ Tende Fé, que se nos deres o vosso dinheiro e as vossas propriedades, os vossos pecados serão perdoados e tereis a Vida Eterna, e os membros das vossas famílias apanhados no Purgatório serão libertados imediatamente”.

Deveria então surpreender-nos que a Igreja Romana se converteu no poder temporal que foi?  Depois de fazer passar perante os inocentes fiéis a Doação de Constantino como  algo real, agruparam o Egipto Faraónico e o Império Romano numa Igreja Imperial com o seu próprio Faraó-Imperador: O  Papa ( uma condição que o Beato Papa João XXIII começou a desmantelar, pela Graça de Deus ).

Contende os vossos archotes! Contende os vossos gritos de “ à fogueira com os hereges!” Recordai o que temos proclamado sobre a Fé Católica....

A Fé Católica é a Fé que possui a maior concentração de Verdades Divinamente Reveladas. De modo algum as tem todas, já que Deus é a única Plenitude de Verdade. Contudo, nenhuma outra Fé tem tantas Verdades no seu Tesouro Espiritual como a Fé Católica.

As verdades melhor mantidas e representadas pela Fé Católica, incluem a realidade dos Sete Sacramentos; a prática das indulgências; a realidade do Purgatório; a Verdade sobre a Imaculada Concepção e Assunção de Maria, a Mãe de Jesus Cristo, Verdadeiro Deus e Verdadeiro Homem; o Papa é o Sucessor de Pedro; o Sacerdócio exclusivamente masculino; a postura anti-aborto em quaisquer circunstâncias; a indissolubilidade do casamento Sacramentalmente Válido, etc.

Tudo se deve à Glória de Deus, e certamente não à do homem,  e, que, apesar de todos os abomináveis abusos levados a cabo pelos Administradores da Igreja Católica, uma Fé pura e original alcançou o Século XX. Desafortunadamente, essa Fé também está sendo contaminada, à medida que vêm a público os escândalos de séculos de antiguidade e os abusos de tais Administradores.

Porque o indivíduo médio não tem maturidade intelectual, nem espiritual suficientes para separar o Grão (a Fé) da Palha (os Administradores), a Fé sofre.

Mas os Administradores deveriam preocupar-se: os indivíduos médios podem não ter a habilidade para distinguir entre o Grão e a Palha, mas os anjos de Deus sim e usarão o seu poder de discernimento no momento apropriado. Demos Graças a Deus!

Agora, de volta ao AlCorão e à exaltação que se faz nele de Jesus e de Maria.
 

O AlCorão exalta a Maria

Temos  ouvido  a Católicos, Sacerdotes incluídos, que se referem aos filhos do Islão como "cameleiros do deserto". Já lhes dissemos e continuaremos a dizer:  Enquanto a Igreja Católica Romana vacilou durante séculos sobre a Condição Imaculada da  Virgem Maria (e, finalmente, no século XIX foi declarado o Dogma da Imaculada Concepção), aqueles "cameleiros do deserto" já a tinham fazendo parte do seu Livro Sagrado, o AlCorão condicão Imaculada de Maria.

Em S.III.42, lemos:

E recorda-te quando os anjos disseram:  "Ó Maria! Deus te escolheu e purificou. Escolheu-te de entre todas as mulheres dos mundos."

"Cameleiros do deserto"? Muito Abençoados haviam de ser os Católicos, se o muito venerado Vaticano e os seus quase adorados líderes tivessem reconhecido há 1600 anos a posição tão elevada de Maria e a sua Condição Imaculada!

Mas nem tudo é um “caminho de rosas” no AlCorão. Em S.IV.163, Jesus é colocado à mesma altura que Abraão, Ismael… Salomão e David, embora, ao mesmo tempo, em S.V.46  seja louvado sobre todas as coisas:

Fizemos seguir as pegadas dos seus Profetas a Jesus filho de Maria, confirmando assim a Tora que já tinham. Demos-lhe o Evangelho: nele há guia e luz. Confirmando assim a Tora que já tinham e era o seu guia, e como exortação para os piedosos.”

 

CONCLUSÃO

Logicamente podemos perguntar: "Porque é que Deus enviou Maomé mais de seiscentos anos depois do estabelecimento da Igreja Católica?"  Inclusivamente, alguns cépticos podem perguntar: "Foi Maomé realmente enviado por Deus?"

Vejamos o que estava sucedendo naquele tempo à Igreja fundada por Jesus  na rocha de Cristo

Maomé entrou em cena cerca de duzentos anos depois de a Igreja ter sido “comprada” pelo Imperador Constantino e de ter começado a decadência. Não só a história aponta tal afirmação, como também no AlCorão se menciona claramente. Em S.IX.31, lemos:

            Tomaram os seus doutores e os seus monges… prescindindo de Deus.”

E em S.IX.34-35, lemos ainda mais: 

"Ó  vós  que credes!   Uma  multidão de doutores e de monges dissipam as riquezas dos homens com leviandade e se afastam da senda de Deus. Anuncia um tormento doloroso aos que guardam avaramente o ouro e a prata e não os gastam na senda de Deus. No dia em que os aqueçam no fogo do inferno, queimar-se-ão as suas frontes, as suas costas e os seus dorsos. Dir-se-lhes-á 'Isto é o que guardastes para vós. Saboreai-o.'"

Tal advertência foi dada pelo Céu cerca de 1300 anos antes de que Maria aparecesse como Rosa Mística e como Nossa Senhora do Monte Carmelo tentando atrair a nossa atenção sobre casos similares…

Mil e trezentos anos mais tarde, a Igreja Católica desembolsou afanosamente  mil milhões de dólares só nos Estados Unidos, para  enterrar bem enterrada a utilização dos pequeninos de Deus como joguetes sexuais por parte dos denominados Pastores que, por sua vez, eram protegidos pelos “Grandes Pastores Brancos” como o Cardeal Law, Cardeal Egan, Cardeal Levada e muitos outros, que continuam a ser recompensados pelos líderes do Vaticano pela sua lealdade  à Igreja e não a Deus.

Não importa o que Maomé disse em S.XXI.91 que Deus afirmou:

Recorda-te daquela que conservou a sua virgindade. Infundimos neal parte do nosso Espírito. Dela e de seu Filho fizemos um sinal perante os mundos (universo).”

Os acontecimentos parecem indicar que a Administração da Igreja possa ter entendido como que esse “sinal” fosse o “Sinal do Dólar”.


EPÍLOGO 

Há um problema que não focámos aqui porque exige seu próprio documento. No entanto, devemos mencioná-lo.

O problema é que no AlCorão (a tradução inglesa) [1] lemos que Jesus não foi crucificado ( e que não morreu). Mas noutros versículos lê-se que ressuscitou, tal e qual será para todos a futura ressurreição. Segundo A. Yusuf Ali [1], os teólogos islâmicos não podem estar de acordo sobre se foi ou não crucificado. Mas, os Cristãos sim, sabemo-lo

            “… Padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; Ressuscitou ao terceiro dia…”

O que certamente nos leva à questão original e central deste documento: a Fé!

Devemos ter Fé em Deus acima de todas as coisas. A religião, quer seja Judaísmo, Cristianismo ou Islamismo, são só os meios, as ferramentas, para que nós humanos alcancemos a Deus.

A religião, com os seus símbolos e acessórios (o Vaticano, Meca, Medina, o Papa, o Muro das Lamentações, a Tumba de Rebeca, etc.) NÃO SÃO  a nossa meta, nem objectivo. Nossa única meta e objectivo, foi e deverá ser sempre Deus!

A situação do mundo de hoje reflecte fielmente o que está mal na nossa Fé. Deus não é responsável por isso. Nós somos!



UM AVISO A TODOS OS LÍDERES RELIGIOSOS

Queremos advertir e avisar todos os líderes religiosos que:

A não ser que se faça o máximo esforço para conciliar todas as religiões (sem perder as suas identidades inerentes), a liberdade religiosa tal como a conhecemos (que haveis traduzido como “ liberdade para se matarem uns aos outros em Nome de Deus ”) será apartada de vós de um modo ou de outro, o qual se traduz em “ com a vossa cooperação, ou pela força “.

Haveis actuado demasiado tempo nas mãos de Satanás: não lhe permitais fazer o último movimento de “ Xeque – Mate “.

Não conteis com esse vosso deus, do qual dizeis que vos empurrou a cobrar o dízimo para a Igreja a quem não acreditava como vós, para os proteger. Se não fizerdes caso do nosso aviso caíreis prisioneiros da serpente de Satanás, porque o Deus Vivo e Verdadeiro, Aquele que está acima de todos os deuses feitos pelo homem, permitirá   que Satanás vos apanhe. (Deus já fez isto muitas vezes, tal como está registado nas Sagradas Escrituras, para acabar com os abusos perpetrados em Seu Nome).

Não vos equivoqueis. Não olheis por cima dos vossos ombros para ver a quem nos dirigimos! Dirigimo-nos a vós, os líderes religiosos do Judaísmo, do Cristianismo e do Islão!  Se incitais directa, ou indirectamente, ódio que possa conduzir à injustiça ou à destruição da vida humana, então não estais servindo a Deus Vivo e Verdadeiro. Estais servindo a Satanás, revestido de uma falsa luz, a quem ousais chamar deus.

 

NOTAS

[1] As citações do Sagrado AlCorão são de: “ O AlCorão “ – Grandes Obras – Publicações Europa-América – 2002 – Depósito Legal  Nº 175440/02. A numeração das Suras baseada nos originais em árabe (e traduzidos para inglês por A. Yusuf Ali) – Publicações American Trust, 2ª Edução, ISBN Nº 0-89259-006-8  Copyright Junho de 1977.

[2] O fundamento da Igreja e Cristo, não Pedro
    
[3] O Conceito de Segredo - Santissima Trindade

[4] “Rainha do Céu”: A Assírio-Babilónica  Ishtar, deusa da fertilidade, cuja adoração foi introduzida durante o reinado de Manasés e que foi revivida da morte de Josias. Em sua honra ofereciam pastéis molhados em forma de estrela (Ishtar era identificada com o planeta Vénus). Em Efeso essa mesma deusa era conhecida e muito referenciada como Artemis.

Documento originalmente publicado em Inglês o 23 de Setembro de 2003 – Na Igreja Católica Ortodoxa celebra-se neste dia a Concepção de João Batista.

Publicado em Portugues o 5 de Agosto de 2007

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